terça-feira, 23 de agosto de 2011
o amor
Ninguém pode ser feliz se não for amado
Amar é construir alguém querido
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O amor gera a vida; o egoísmo produz a morte. A psicologia mostra hoje, com toda clareza, que as graves perversões morais têm quase sempre como causa principal uma "frustração amorosa".
Os jovens se encaminham para as drogas, para o sexo vazio, para o alcoolismo e para tantas violências, porque são carentes de amor, 'desnutridos' de amor. A pior anemia é a do amor. Leva à morte do espírito. Ninguém pode ser feliz se não for amado, se não fizer uma experiência de amor. Se isso é importante na infância e na adolescência, também na vida conjugal isso é verdade. E esse "amor conjugal" começa a ser aprendido e treinado no namoro. Na longa viagem da vida conjugal, que começa no namoro, você precisa levar a bagagem do amor. Você amará de verdade o seu namorado não só porque ele é simpático, bonito ou porque é um atleta, mas porque você quer o bem dele e quer ajudá-lo a ser ainda melhor, com a sua ajuda.
Muitas vezes, você quis e procurou uma namorada perfeita, ou um rapaz ideal, mas saiba que isso não existe. A primeira exigência do amor é aceitar o outro como ele é, com todas as suas qualidades e defeitos. Só assim você poderá ajudá-lo a crescer, amando-o como ele é. Alguém já disse que o amor é mais forte do que a morte e capaz de remover montanhas.
O amor tem uma força misteriosa; quando você ama o outro gratuitamente, sem cobrar nada em troca, você desperta-o para si mesmo, revela-o a si mesmo, dá-lhe ânimo e vida, "ressuscita-o". É com a chama de uma vela que você acende outra. Da mesma forma é com a doação da sua vida que você faz a vida do outro reviver. Desde o namoro você precisa saber que "amar não é querer alguém construído, mas construir alguém querido". É claro que um casal se aproxima pelo coração, mas cresce pelo amor, que transcende os sentimentos e se enraíza na razão.
Todo relacionamento humano só terá sentido se implicar no crescimento dos envolvidos. De modo especial no namoro e no casamento isso é fundamental. A ordem de Deus ao casal é esta: "crescei". Deus não nos dá uma "ajuda adequada" (cf. Gên 2, 18) para "curtirmos a vida" a dois; mas para crescermos a dois. Isso vale desde o namoro. E o que faz crescer é o "fermento" do amor.
São Paulo expressou as exigências do verdadeiro amor melhor do que ninguém: "O amor é paciente, O amor é bondoso. Não tem inveja. O amor não é orgulhoso. Não é arrogante. Nem escandaloso. Não busca os seus próprios interesses, Não se irrita, Não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, Mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa. Tudo crê, Tudo espera, Tudo suporta. O amor jamais acabará" (I Cor 13, 4-7).
Medite um pouco sobre cada linha deste hino do amor e pergunte a si mesmo se você está vivendo isso no seu namoro.
Desde o namoro é preciso ter em mente que a beleza do amor está exatamente na construção da pessoa amada. É uma missão para gente madura, com grandeza de alma. Construir uma pessoa é educá-la em todos os aspectos, e isso é uma obra do coração.
O amor tudo suporta, tudo crê, tudo espera; o amor não passa jamais.
felipeaquino@cancaonova.com
sábado, 13 de agosto de 2011
Pai nosso....
Oração pelos Pais - Pai Nosso que estás nos céus...
Obrigado por ter nos dado um pai na terra para tomar conta de nós. Que seu jeito carinhoso mate nossa saudade de Teu amor.
O Teu nome é santificado nos pais que acolhem seus filhos, assumem sua paternidade e têm alegria em registrá-los em seu nome. Que eles sempre tenham orgulho de seus filhos como tu te orgulhas de cada um de nós.
O Teu Reino acontece... em cada canto da terra onde há um pai generoso que todos os dias e a cada hora do dia luta para conseguir oferecer o melhor para os seus filhos. Que seu esforço generoso seja reconhecido por todos e seu amor desinteressado nos faça sentir o gosto da festa da vida que Tu pretendes realizar no final dos tempos.
Seja feita a tua vontade... de ver todas as crianças, longe da rua, amparadas e protegidas no colo de um pai que ama de verdade. Que nenhum pai largue seus filhos e nenhuma criança passe mais pela dramática experiência de viver em situação de abandono. O Teu espírito paterno contagie as nossas famílias para que se disponham a acolher carinhosamente as crianças e os adolescentes que não têm mais vínculos com seus pais. Obrigado pelo testemunho dos pais sociais que nos abrigos e nas casas lares se dispõem a fazer a Tua vontade acolhendo com amor as crianças e os adolescentes afastados de seus lares.
Dá o pão de cada dia... e mesa farta a todos os pais para que possam alimentar seus filhos e garanti-lhes uma vida digna. Que o pai trabalhador seja tratado com dignidade, receba um salário justo para dar conta de sua família e tenha tempo à disposição para marcar presença na vida de seus filhos e cuidar deles.
Perdoa nossas ofensas..., quando não reconhecemos Tua paternidade, te viramos as costas e nos comportamos como filhos rebeldes. Tem paciência conosco. Deixa a porta do Teu coração sempre aberta para que , quando tomarmos consciência de nosso erro, possamos voltar para Tua casa e contar com Teu abraço misericordioso. Que Teu coração de pai bata no peito de todos os pais para que estejam sempre dispostos a perdoar e nunca abram mão de seus filhos, mesmo quando estes aprontam, os maltratam e os abandonam.
Ao mesmo tempo, derrama Tua misericórdia nos filhos que guardam mágoa de seus pais. Ajuda a apagar as marcas do abandono ou da violência. Reaproxima os pais e os filhos que há tempo estão afastados. Que a superação dos conflitos familiares, sobretudo com a figura paterna, ajude nossas famílias a recuperar a serenidade e a contribuir com a construção de uma cultura de paz.
E não deixes que a sociedade caia na tentação de acabar com a família, mas que cada lar possa sempre contar com um pai e uma mãe para proporcionar aos filhos a dose de afeto necessária para seu desenvolvimento integral.
Amém
Pe. Saverio Paolillo (Pe. Xavier) - Missionário Comboniano - Pastoral do Menor da Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo - REDE AICA - Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente
Obrigado por ter nos dado um pai na terra para tomar conta de nós. Que seu jeito carinhoso mate nossa saudade de Teu amor.
O Teu nome é santificado nos pais que acolhem seus filhos, assumem sua paternidade e têm alegria em registrá-los em seu nome. Que eles sempre tenham orgulho de seus filhos como tu te orgulhas de cada um de nós.
O Teu Reino acontece... em cada canto da terra onde há um pai generoso que todos os dias e a cada hora do dia luta para conseguir oferecer o melhor para os seus filhos. Que seu esforço generoso seja reconhecido por todos e seu amor desinteressado nos faça sentir o gosto da festa da vida que Tu pretendes realizar no final dos tempos.
Seja feita a tua vontade... de ver todas as crianças, longe da rua, amparadas e protegidas no colo de um pai que ama de verdade. Que nenhum pai largue seus filhos e nenhuma criança passe mais pela dramática experiência de viver em situação de abandono. O Teu espírito paterno contagie as nossas famílias para que se disponham a acolher carinhosamente as crianças e os adolescentes que não têm mais vínculos com seus pais. Obrigado pelo testemunho dos pais sociais que nos abrigos e nas casas lares se dispõem a fazer a Tua vontade acolhendo com amor as crianças e os adolescentes afastados de seus lares.
Dá o pão de cada dia... e mesa farta a todos os pais para que possam alimentar seus filhos e garanti-lhes uma vida digna. Que o pai trabalhador seja tratado com dignidade, receba um salário justo para dar conta de sua família e tenha tempo à disposição para marcar presença na vida de seus filhos e cuidar deles.
Perdoa nossas ofensas..., quando não reconhecemos Tua paternidade, te viramos as costas e nos comportamos como filhos rebeldes. Tem paciência conosco. Deixa a porta do Teu coração sempre aberta para que , quando tomarmos consciência de nosso erro, possamos voltar para Tua casa e contar com Teu abraço misericordioso. Que Teu coração de pai bata no peito de todos os pais para que estejam sempre dispostos a perdoar e nunca abram mão de seus filhos, mesmo quando estes aprontam, os maltratam e os abandonam.
Ao mesmo tempo, derrama Tua misericórdia nos filhos que guardam mágoa de seus pais. Ajuda a apagar as marcas do abandono ou da violência. Reaproxima os pais e os filhos que há tempo estão afastados. Que a superação dos conflitos familiares, sobretudo com a figura paterna, ajude nossas famílias a recuperar a serenidade e a contribuir com a construção de uma cultura de paz.
E não deixes que a sociedade caia na tentação de acabar com a família, mas que cada lar possa sempre contar com um pai e uma mãe para proporcionar aos filhos a dose de afeto necessária para seu desenvolvimento integral.
Amém
Pe. Saverio Paolillo (Pe. Xavier) - Missionário Comboniano - Pastoral do Menor da Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo - REDE AICA - Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Mês de agosto = mês das vocações, pense nisto você também
Vocação: Identidade de vida - o vocacionado põe vida no que faz e se identifica com sua ação
Na história concreta de existência das pessoas, um dado fundamental que as identifica é o seu estado natural de vida, a escolha que cada uma faz e assume na expectativa da felicidade. Dizemos e chamamos a isso de vocação ou realização pessoal.
Nem sempre podemos dizer que uma profissão seja propriamente uma vocação. Muitas pessoas realizam aquilo que não coincide com o que gostariam de fazer. Seria uma vocação errada ou falta de oportunidade para exercer realmente o que gostariam?
Na verdade, fazemos bem alguma coisa quando temos vocação para tal. Vocação tem a ver com a intensidade com que fazemos algo e a felicidade que daí podemos conseguir. Portanto, a medida da vocação está na amplitude da felicidade vivenciada.
O termo “vocação” vem da palavra latina “vocare”, que quer dizer chamar. No contexto cristão dizemos que o vocacionado é uma pessoa que sentiu em si a vontade de Deus. É uma inclinação interna, que supõe um seguimento, uma resposta concreta de ação e vida.
Não é difícil ver quem realmente é vocacionado. As suas ações são fecundas e benéficas para os outros. Ele põe vida no que faz e se identifica com sua ação. Caminha firme, sem medo e sem vacilar, porque está seguro da própria identidade e missão.
No mês de agosto destacamos alguns tipos de vocações, todas elas identificadas com algum trabalho dedicado ao povo. Falamos da vocação sacerdotal, vocação dos pais, dos religiosos e religiosas, dos leigos e leigas cristãos, entre eles, os catequistas.
São muitos os vocacionados na sociedade, cada um dentro de seus objetivos de vida concreta e com oportunidade de fazer o bem na construção de um mundo melhor e mais saudável para todos. Importa colocar essas qualidades naturais para render e dar frutos.
Essa identidade de vida deve ser descoberta por cada pessoa. Além da descoberta, é uma escolha que supõe muita atenção, principalmente na adolescência e juventude. Havendo um erro, ele pode ser prejudicial e trazer consequências indesejáveis, prejudicando e dificultando um futuro feliz.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Exame de consciência
Exame de Consciência para Sacerdotes
1. «Santifico-me por eles para que também eles sejam santifi cados pela verdade» (Jo. 17,19)
Proponho-me seriamente à santidade em meu ministério? Estou convencido de que a fecundidade do meu ministério sacerdotal vem de Deus e que, com a graça do Espírito Santo, devo identificar-me com Cristo e dar a minha vida pela salvação do mundo?
2. «Isto é o meu Corpo» (Mt. 26,26)
O Santo Sacrifício da Missa é o centro da minha vida interior? Preparo-me bem, celebro devotamente e, depois, me recolho em ação de graças? A Missa constitui o ponto de referência habitual em minha jornada para louvar a Deus, agradecê-lo pelos seus benefícios, recorrer à sua benevolência e reparar pelos meus pecados e pelos de todos os homens?
3. «O zelo pela tua casa me devora» (Jo. 2,17)
Celebro a Missa segundo os ritos e as normas estabelecidas, com autêntica motivação, com os livros litúrgicos aprovados? Estou atento às sagradas espécies conservadas no Sacrário, renovando-as periodicamente? Conservo os vasos sagrados com atenção? Uso dignamente todas as vestes sagradas previstas pela Igreja, tendo presente que atuo in persona Christi Capitis?
4. «Permanecei em meu amor» (Jo. 15,9)
Causa-me alegria permanecer diante de Jesus Cristo presente no Santíssimo Sacramento, em minha meditação e silenciosa adoração? Sou fiel à visita diária ao Santíssimo Sacramento? O meu tesouro é o Sacrário?
5. «Explica-nos a parábola» (Mt. 13,36)
Faço diariamente a minha meditação, com atenção e procurando superar qualquer tipo de distração que me separe de Deus, buscando a luz do Senhor, a quem sirvo? Medito assiduamente a Sagrada Escritura? Recito atentamente as minhas orações habituais?
6. É necessário «orar sempre, sem desfalecer» (Lc. 18,1)
Celebro quotidianamente a Liturgia das Horas integralmente, dignamente, atentamente e devotamente? Sou fi el ao meu compromisso com Cristo nesta dimensão importante do meu ministério, orando em nome de toda a Igreja?
7. «Vem e segue-me» (Mt. 19,21)
Nosso Senhor Jesus Cristo é o verdadeiro amor da minha vida? Observo com alegria meu compromisso de amor a Deus na continência celibatária? Detive-me conscientemente em pensamentos, desejos ou atos impuros; tive conversas inconvenientes? Coloquei-me em ocasião próxima de pecado contra a castidade? Procuro guardar a vista? Fui imprudente ao tratar as diversas categorias de pessoas? A minha vida representa, para os fiéis, um testemunho do fato de que a pureza é possível, fecunda e alegre?
8. «Quem tu és?» (Jo. 1,20)
Encontro elementos de fraqueza, preguiça e fragilidade em minha conduta habitual? As minhas conversas estão de acordo com o sentido humano e sobrenatural que um sacerdote deve ter? Estou atento para que não se introduzam em minha vida elementos superfi ciais ou frívolos? Sou coerente, em todas as minhas ações, com a minha condição de sacerdote?
9. «O Filho do homem não há onde repousar a cabeça» (Mt. 8,20)
Amo a pobreza cristã? Coloco meu coração em Deus e sou desapegado, interiormente, de todo o resto? Estou disposto a renunciar, para melhor servir a Deus, às minhas comodidades atuais, aos meus projetos pessoais, aos meus afetos legítimos? Possuo coisas supérfl uas, fiz gastos desnecessários ou me deixo levar pela ânsia do comodismo? Faço o possível para viver os momentos de repouso e de férias na presença de Deus, recordando que sou sacerdote sempre e em todo lugar, também nestes momentos?
10. «Escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequenos» (Mt. 11,25)
Existem em minha vida pecados de soberba: dificuldades interiores, suscetibilidade, irritação, resistência a perdoar, tendência ao desencorajamento, etc.? Peço a Deus a virtude da humildade?
11. «Imediatamente, saiu sangue e água» (Jo. 19, 34)
Tenho a convicção de que, ao agir « na pessoa de Cristo », sou diretamente envolvido no próprio Corpo de Cristo, a Igreja? Posso dizer sinceramente que amo a Igreja e que sirvo com alegria ao seu crescimento, as suas causas, cada um de seus membros e toda a humanidade?
12. «Tu és Pedro» (Mt. 16,18)
Nihil sine episcopo – nada sem o bispo – dizia Santo Inácio de Antioquia: estas palavras são a base do meu ministério sacerdotal? Recebi docilmente as indicações, conselhos ou correções do meu Ordinário? Rezo especialmente pelo Santo Padre, em plena união com os seus ensinamentos e intenções?
13. «Amai-vos uns aos outros» (Jo. 13,34)
Tenho vivido com diligência a caridade ao tratar com os meus irmãos sacerdotes ou, ao contrário, desinteresso-me deles por egoísmo, apatia ou frieza? Tenho criticado os meus irmãos no sacerdócio? Tenho estado junto daqueles que sofrem pela enfermidade física ou pelas dores morais? Vivo a fraternidade afi m de que ninguém esteja só? Trato todos os meus irmãos sacerdotes e também aos fi éis leigos com a mesma caridade e paciência de Cristo?
14. «Eu sou o caminho, a verdade e a vida» (Jo. 14,6)
Conheço profundamente os ensinamentos da Igreja? Os assimilo e transmito fielmente? Sou consciente de que ensinar o que não corresponde ao Magistério, solene ou ordinário, é um grave abuso, que causa dano às almas?
15. «Vai e não tornes a pecar» (Jo. 8,11)
O anúncio da Palavra de Deus leva os fi éis aos sacramentos. Confessome com regularidade e com freqüência, de acordo com o meu estado e com as coisas santas que trato? Celebro generosamente o sacramento da reconciliação? Sou amplamente disponível à direção espiritual dos fiéis, dedicando a isto um tempo específi co? Preparo com desvelo a minha pregação e a minha catequese? Prego com zelo e com amor de Deus?
16. «Chamou os que ele quis. E foram a ele.» (Mc. 3,13)
Estou atento a descobrir os sinais das vocações ao sacerdócio e à vida consagrada? Preocupo-me em difundir entre todos os fi éis uma maior consciência da chamada universal à santidade? Peço aos fi éis para que rezem pelas vocações e pela santificação do clero?
17. «O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir» (Mt. 20,28)
Tenho procurado doar-me aos outros na vida de cada dia, servindo evangelicamente? Manifesto a caridade do Senhor através de minhas obras? Na Cruz , vejo a presença de Jesus Cristo e o triunfo do amor? Dou ao meu dia-a-dia a marca do espírito de serviço? Considero o exercício da autoridade ligada ao ofício uma forma imprescindível de serviço?
18. «Tenho sede» (Jo. 19,28)
Tenho efetivamente rezado e me sacrifi cado com generosidade pelas almas que Deus me confiou? Cumpro os meus deveres pastorais? Tenho solicitude pelas almas dos fiéis defuntos?
19. «Eis o teu filho. Eis a tua mãe» (Jo. 19,26-27)
Acudo cheio de esperança à Santíssima Virgem Maria, Mãe dos sacerdotes, para amar e fazer com que amem mais ao seu Filho Jesus? Cultivo a piedade mariana? Reservo um espaço a cada dia para o Santo Rosário? Recorro à sua materna intercessão na luta contra o demônio, a concupiscência e o mundanismo?
20. «Pai, em vossas mãos entrego o meu espírito» (Lc. 23,44)
Sou solícito em assistir e administrar os sacramentos aos moribundos? Considero a doutrina da Igreja sobre os Novíssimos em minha meditação pessoal, na catequese e na pregação ordinária? Peço a graça da perseverança final e convido os fiéis a fazerem o mesmo? Sufrago freqüente e devotamente as almas dos fiéis defuntos?
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